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SEGURANÇA

Somente abrir o portão após ter a autorização do morador
Certifique-se, realmente, quem é e quem está autorizando a liberação.
Os marginais, atualmente, utilizam os mais diversos ardis para entrar nos condomínios, com a finalidade de cometerem algum tipo de delito contra seus moradores. O que chamou atenção foi o ocorrido na Zona Oeste da cidade de São Paulo, onde ladrões se passaram por parentes de moradores para invadirem os prédios e cometerem o assalto. A matéria foi veiculada da seguinte forma: “Ladrões se passam por parentes de moradores para roubar apartamentos - Em um dos casos, vítimas relatam que tiveram prejuízo de R$ 500 mil.
Polícia informou que analisa imagens de câmeras para identificar suspeitos.
Uma quadrilha de assaltantes está se passando por parentes de moradores para conseguir entrar em condomínios, invadir apartamentos de luxo e roubar joias e relógios no Jardim Paulistano, na Zona Oeste de São Paulo. 
Fonte: Portal G1,  de 19/11/2016.” 
Diante do exposto, é importante saber que o porteiro deve ser orientado que, antes de tomar atitudes para liberar entrada de qualquer pessoa ao prédio, certifique-se, realmente, quem é e quem está autorizando a liberação. Cabe lembrar que, dessa forma, se não houver autorização expressa do morador, a comunicação fica vulnerabilizada e sem a devida credibilidade. Portanto, não se deve abrir os portões. Para isso, a portaria deverá manter um cadastro atualizado de todos condôminos, servindo como fonte de consulta para os porteiros, a fim destes contatarem diretamente com os moradores. Esta ação evita enganos quando a outra parte disser ser parente de morador, sem que haja a devida confirmação e veracidade do fato. É necessário que os condomínios invistam em sistemas de controle de acesso automatizados e de alta tecnologia, os quais tenham dados e fotos de moradores, empregados domésticos e características completas dos veículos. Fora isso, deve-se  tomar algumas precauções nas entradas dos condomínios, iniciando pela identificação de toda e qualquer pessoa estranha que queira entrar no prédio. Isso, do lado de fora dos portões, perguntando o nome, com quem gostaria de falar, além de indagar qual apartamento visitará. Feito isso, deve-se, obrigatoriamente, entrar em contato com o morador, verificando a possibilidade deste recebê-lo ou não. Sendo autorizado, dever-se-á franquear a entrada do visitante, cadastrando seus dados em livro próprio, ou ainda no sistema informatizado, liberando sua entrada. Os funcionários de portaria devem ser conscientizados que nunca podem abrir os portões sem a autorização expressa do morador, do zelador ou mesmo do gerente predial. Todas estas dificuldades estão intimamente relacionadas com a falta de qualificação destes profissionais, visto que muitos síndicos acham desnecessário gastar com cursos específicos, buscando uma especialização. Ledo engano, pois onde existem pessoas prestando serviços para outras, a única forma de modificar comportamentos distorcidos é através de um bom treinamento, que deixa de ser um gasto para ser um excelente investimento, visto que o retorno vem através de uma maior qualidade na mão de obra de portaria, resultando em um nível satisfatório de Segurança para todos os moradores. 
Agindo preventivamente e com conhecimento, se poderá minimizar esses riscos e dificultar o acesso dos ladrões que querem se aproveitar das vulnerabilidades e fazer os condomínios  vítimas de suas artimanhas.

José Elias de Godoy - Consultor de Segurança em Condomínios 
pela Suat e autor dos livros 
“Manual de Segurança em Condomínios’’ e 
“Técnicas de Segurança em Condomínios”. 
 elias@suat.com.br


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