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SEGURANÇA

O maior problema é a falha humana
A notícia abaixo foi veiculada na mídia Paulistana, no mês de fevereiro, confirmando a preocupação para quem reside em condomínios

A notícia  abaixo foi veiculada na mídia Paulistana, no mês de fevereiro, confirmando a preocupação para quem reside em condomínios com relação à preparação dos funcionários de portaria:
“Uma quadrilha invadiu um prédio no bairro da Bela Vista, Centro de São Paulo, e fez um arrastão nos apartamentos, na noite do sábado (23/02). Por volta de 20h, uma mulher chegou ao edifício, com uma encomenda. Como não tinha ninguém no apartamento, o porteiro abriu para que ela deixasse o pacote. Dez pessoas armadas entraram e renderam o porteiro. Moradores estimam que dez dos 30 apartamentos foram saqueados. Ninguém foi preso.” Fonte G1 (25/02/08).
Visto isso, confirma-se que o grande complicador no controle de acesso dos prédios continua sendo a falta de preparo do funcionário. Ou seja, a falha humana. Não devemos culpar somente o porteiro, em situações como esta, mas devemos refletir se, realmente, está havendo investimento nos colaboradores dos condomínios e não simplesmente crucificá-los como o grande vilão dos erros. O que temos observado é que, na grande maioria dos condomínios, não se prepara e se treina os funcionários, por se achar que este é um custo desnecessário e sem o devido retorno. Grande engano, pois ao qualificarmos os colaboradores internos, estaremos minimizando possíveis erros que acarretam falhas como a citada acima.
Diante destes fatos conclui-se que os assaltantes detectaram um enorme furo no sistema de segurança nos condomínios e, portanto, estão se aproveitando destas falhas a fim de realizarem seus atos delituosos, sendo isto somente  possível devido a desqualificação profissional de seus funcionários, já que são facilmente ludibriados ou, simplesmente, agem por pura ingenuidade.
Observa-se que os condomínios investem vultosas quantias em sistemas de segurança eletrônica. Porém, quando se fala em investir no trabalhador, que é a mão-de-obra que vai operar todo o sistema adquirido, acha-se que é um desperdício de recursos. Cabe lembrar que o que se gasta em treinamento é irrisório quando comparado com os custos em equipamentos, além de se ressaltar que a única forma de se modificar comportamentos distorcidos é através de um bom treinamento, que deixa de ser um gasto para ser um excelente investimento, visto que o retorno vem através de uma maior qualidade na mão-de-obra de portaria, acarretando, com isto um nível satisfatório de segurança para todos os condôminos.

 

José Elias de Godoy
Especialista de Segurança em Condomínios
e autor dos livros
“Manual de Segurança em Condomínios’’ e
“Técnicas de Segurança em Condomínios”.
elias@suat.com.br"



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